sábado, 13 de junho de 2009

De La Sociedad de los Poetas Muertos


No dejes que termine el día sin haber crecido un poco
sin haber sido feliz, sin haber aumentado tus sueños

No te dejes vencer por el desaliento
No permitas que nadie te quite el derecho a expresarte
que es casi un deber

No abandones las ansias
de hacer de tu vida algo extraordinario
No dejes de creer que las palabras y las poesías
sí pueden cambiar el mundo

Pase lo que pase nuestra esencia está intacta
Somos seres llenos de pasión

La vida es desierto y es oasis
Nos derriba, nos lastima, nos enseña
nos convierte en protagonistas
de nuestra propia historia

Aunque el viento sople en contra
la poderosa obra continúa:
Tú puedes aportar una estrofa

No dejes nunca de soñar
porque sólo en sueños puede ser libre el Hombre
No caigas en el peor de los errores:
el silencio

La mayoría vive en un silencio espantoso
No te resignes
Huye

"Emito mis alaridos por los techos de este mundo"
dice el poeta
Valora la belleza de las cosas simples
Se puede hacer bella poesía sobre pequeñas cosas

No traiciones tus creencias
porque no podemos remar en contra
de nosotros mismos:
Eso transforma la vida en un infierno.

Disfruta del pánico que te provoca
tener la vida por delante
Vívela intensamente
sin mediocridad

Piensa que en ti está el futuro
y encara la tarea
con orgullo y sin miedo

Aprende de quienes puedan enseñarte
Las experiencias de quienes nos precedieron
de nuestros "Poetas Muertos"
te ayudan a caminar por la vida

La sociedad de hoy somos nosotros:
Los "Poetas Vivos"
No permitas que la
vida te pase a ti sin que la vivas


Walt
Whitman

sábado, 18 de abril de 2009

Em cada sonho espelhado
O desejo de sentir
No momento calculado
Sem saber e sem agir
Da doçura de mentir

E a hora se esquece
E o tempo se leva
Na medida nada enlouquece
Só o excesso cega
Os limites se anulam
E a noção se apaga

Depois tudo se encontra
Como uma consciência escura
E o ‘nada’ se torna plano
Contornando contos de misturas
Na sombra de atos provocados
Levando pensamentos as idéias puras

domingo, 12 de abril de 2009

Na pedra da esperança


Não tente impedir-me
De tentar
Senão a gente vai se engalfinhar aqui
E se danar no meio do tempo
Com o sol na molera
Reluzindo o brilho de minha arma
Que corta dos dois lados
Numa ligeireza tão fela-da-mãe
Que tu não podes nem imaginar

Minha arma é minha fala
E a defesa é o argumento
Que desde menino
Enfrentando às piores das bestas-feras
- A pobreza e a fome
Venho amolando na pedra da esperança

Vale tentar


Não aceito os determinismos
Que me impedem de sonhar
De querer
De caminhar

Sai pra lá com teu discurso pessimista
Dizendo que nada pode mudar
“Porque é assim mesmo...”
Não

Nada é “assim mesmo”
Se não é por alguma razão
E as razões podem ser muitas
Além de intencionais

A mais comum delas
É que “as coisas permanecem como estão”
Porque ‘alguém’ assim quer
Para usufruir de sua posição de poder

Ora
Se o próprio Deus tornou-se gente
Descendo do seu trono divino
Mudando radicalmente sua identidade

Por que nós não podemos mudar a realidade?

Se não queres ajudar-me
Sai pra lá com teu augouro
E não tentes impedir-me
De tentar

quarta-feira, 8 de abril de 2009

Bicho Raro


Hoje me ocorreu um fato raríssimo
Que me fez recordar Catingueira:
Me deparei com um gôgo
(Minhoca, para os não-catingueirenses)
Atravessado em meu caminho!

Este fato é raro, primeiro porque
É a primeira vez que vejo um gôgo por aqui
(Aliás, nem perguntei se ele fala português...)
E isso me deixou contente
Porque me senti um pouco ‘em casa’
Na minha terra

Depois
Porque não era só um gôgo
Era um animal que media uns 30 centímetros!
Ou seja, perto de meio metro
Parecia uma cobra-de-duas-cabeças

Passada a surpreza
E depois de um breve período de análise
Em que me certifiquei de que era realmente um gôgo
O retirei do caminho com um pedaço de pau
E o coloquei no pé de uma árvore
E me fui
Grato por aquele encontro

Como un jazzista


Intento vivir mi hombría
Como un músico jazzista que
Siguiendo a reglas melódicas y armónicas
No deja de crear
De inventarse en sus notas

Ese estilo musical
De identidad creadora
Sabe que tiene límites a respetar
Para que sea un arte viable
Tanto para quien la hace
Como para quien la escucha

Pero
Dentro de estos límites
Él busca producir belleza
Proyectándose para allá de ello
Despertando sentimientos y afectos
Y ayudando en la construcción
De una realidad colectiva
Más feliz

terça-feira, 17 de março de 2009

E é a vida que se cria dentro de mim
Uma mistura dissimulada entre a realidade aflita
E a expectativa de um sonho sem fim.

Nesse meio em que me encontro
Nenhuma certeza vejo
Apenas inúmeros momentos estranhos
Que para vivenciar, me ofereço

É duro arriscar e ao mesmo tempo se tornar inútil se parar.

Patrícia F. Fausto